EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA: Heranças da América Pré-Colombiana

Inaugurada no dia 5 de abril de 2010 no Museu de Antropologia do Vale do Paraíba, na cidade de Jacareí, SP, a exposição foi concretizada a partir de uma união temporária de coleções formadas pelo acervo pré-colombiano do Museu de Arqueologia com a atual exposição de réplicas do artista plástico Eduardo Vilela: “Os Maias – Civilização e Cultura na América Pré-Colombina”. A mostra conta com o apoio da Fundação Cultural de Jacareí e da Secretaria de Educação do município.

Visão geral da primeira sala da exposição dedicada às Terras Baixas da América do Sul e aos Andes.

Réplica de uma cabeça gigante Olmeca, em tamanho natural, exposta na segunda sala dedicada à Mesoamérica. Peça confeccionada pelo Prof. Moacir E. Santos. A original encontra-se no Museu Nacional de Antropologia - México.


Organizada em três salas, que se subdividem por áreas culturais, a exposição apresenta ao público os antigos povos que ocuparam as áreas da Mesoamérica, dos Andes e das Terras Baixas da América do Sul. As culturas Pré-Colombianas possuíram notáveis estruturas política, social, religiosa e econômica que deixaram profundas marcas em diversas sociedades atuais.

Réplica de uma cabeça-troféu (Tsantsa) dos índios Jívaro do Equador. Peça confeccionada pelo Prof. Moacir E. Santos. A original encontra-se em uma coleção particular.

Resgatar aspectos culturais das sociedades que nos precederam no Brasil Pré-Cabralino e na América Pré-Colombiana é uma forma de garantir a preservação da memória latino-americana e de reencontrar as nossas mais profundas raízes. Na mostra os visitantes poderão conhecer de grandes esculturas em pedra a jóias confeccionadas em ouro, vasos de cerâmica com cenas esculpidas ou pintadas, notáveis máscaras com incrustações de pedra semi-preciosas, cabeças mumificadas e enterramentos pré-históricos, dentre inúmeras peças que conduzem a séculos de história. O encerramento está previsto para o final do mês de agosto.

Vaso com a efígie do deus Asteca Tláloc. Réplica do acervo do Museu de Arqueologia de autoria de Eduardo Vilela. A original encontra-se no Museu do Templo Maior - México.

REPORTAGEM SOBRE A EXPOSIÇÃO NO PROGRAMA MUSEUS


EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA - Egiptomania: da Ciência à Imaginação

Em cartaz de novembro de 2009 a maio de 2010, a exposição sobre Egiptomania foi idealizada por meio de uma parceria entre o Museu de Arqueologia e o Museu Egípcio e Rosacruz, de Curitiba. A mostra conta como os símbolos e as imagens originárias do Antigo Egito foram empregadas ao longo do século XX na inspiração de diversas áreas, como a arquitetura, as artes plásticas, a literatura, o cinema, entre inúmeras outras, com mais diversos fins. Assim, “Egiptomania” pode ser descrita como a apropriação dos símbolos egípcios em criações que possuem novos usos e significados.


Vista geral da exposição com bonecos em forma de múmia em primeiro plano.


Nesta exposição são apresentadas duzentas peças do acervo do Museu de Arqueologia, que tiveram o Egito antigo como inspiração, além de painéis com as pesquisas realizadas pelo grupo de estudos em História da Egiptomania no Brasil, Séculos XIX, XX e XXI, coordenado pela Profa. Dra. Margaret Marchiori Bakos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, que gentilmente os cederam para a mostra. Ao contemplar o que está exposto os visitantes podem verificar que ecos da civilização egípcia permanecem entre nós até os dias atuais.

EXPOSIÇÃO EM JARAGUÁ DO SUL É FINALIZADA COM CURSO PARA PROFESSORES

A extroversão do conhecimento científico é fundamental para a atualização de profissionais que trabalham com educação. Neste sentido, ao final da exposição “Cotidiano e Religiosidade no Tempo dos Faraós”, promovemos no Museu Histórico Emílio da Silva um curso de extensão sobre o Antigo Egito. Ao todo 22 profissionais da área de História e de Educação participaram do curso, que foi realizado nos dias 27 e 28 de novembro de 2009.

Professores participantes do curso de extensão ministrado pelo Prof. Moacir E. Santos no Museu Histórico Emílio da Silva, em Jaraguá do Sul – SC.

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA - Cotidiano e Religiosidade no Tempo dos Faraós

Ao longo dos anos o Museu de Arqueologia tem realizado uma série de exposições temporárias. A mais recente delas encontra-se em cartaz desde o dia 22 de setembro no Museu Histórico Emílio da Silva, no município de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina.


Fragmento de uma cabeça monumental do faraó Akhenaton com a cidade de Jaraguá ao fundo. A original encontra-se no Museu de Luxor, no Egito.

O principal objetivo desta exposição, que conto
u com o apoio do Pronaos Jaraguá do Sul, da AMORC, e da Secretaria de Cultura do Município, foi trazer ao grande público a história dos antigos egípcios, vista por meio do “Cotidiano e Religiosidade no Tempo dos Faraós” – título da exposição.


Vista de parte da sala de exposições temporárias do Museu Histórico Emílio da Silva, com a disposição das peças do Museu de Arqueologia.

Cento e oito peças que estavam guardadas na reserva técnica do museu foram levadas de Ponta Grossa para Jaraguá do Sul, e permanecerão expostas até o mês de novembro. É uma boa oportunidade para os visitantes fazerem uma visita e conhecerem de perto as múmias dos faraós Séti I e Ramsés II, dois dos maiores governantes egípcios do Reino Novo (c. 1550-1070 a.C.), cujas replicas estão sendo expostas juntas pela prime
ira vez. Os visitantes da mostra também poderão apreciar ataúdes, estátuas de deuses e de indivíduos comuns, objetos de uso cotidiano, jóias e inúmeros quadros com cenas do Livro dos Mortos, pintadas sobre papiro.


Aproximadamente oitenta visitantes presenciaram a abertura da exposição em Jaraguá do Sul.


Na abertura da exposição realizamos uma palestra, intitulada “Costumes funerários dos antigos egípcios”, para um público de aproximadamente oitenta convidados, que foram, na sequência, conferir a mostra.